É Top Saber - Notícias e Análises

Redes sociais

Tragédia em Petrópolis completa três meses neste domingo

Compartilhe:

A maior tragédia da história da cidade de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, completa três meses neste domingo (15). A forte que causou as enchentes, uma série de chuvas projetadas de terra e mais de 40 mortes. Três vítimas ainda estão desaparecidas.

Segundo a prefeitura, não há mais pessoas desalojadas em abrigos. No entanto, atualmente, uma das principais demandas da população atingida é o acesso ao aluguel social, benefício no valor de R$ 500 para cada família. O cadastro conta com mais 8,1 mil famílias.

Morador da Vila Felipe, o gerente comercial Gustavo Simões teve uma casa destruída e que sobrou está condenado. UMA CNNele destacou a dificuldade em conseguir um auxílio do poder público diante dos.

“Na Deus família, a gente agradece muito a pessoas que não foram preservadas de vidas, mas sim muitas pessoas que produziram vários materiais. Nesses três meses, a rotina de todo o mundo, não só da minha família, mudou. A gente vive em função de estar na casa de alguém, estar pedindo ajuda a alguém. E neste momento a coisa que a prefeitura promete há bastante tempo, não pode ajudar. A gente fica morando mesmo de favor”, lamentou.

UMA CNN questionou o município sobre uma reclamação de Simões, que também é feita por outros moradores da cidade, e aguarda um retorno. De acordo com a prefeitura, até o dia 6 de maio, 1.29, foram recebidos o aluguel social, mas mais morados sendo incluídos. No total, 1,9 mil contratos de recebimento do benefício foram firmados.

Para seguir com o processo de solicitação, o Governo do Estado e a Prefeitura de Petrópolis começou um mutirão na última quarta-feira (11). Na ação conjunta, as equipes dos governos estaduais e municipais vão realizar a revalidação do cadastro do benefício até julho.

A chuva que atingiu a cidade no dia 15 de fevereiro já foi registrada em Petrópolis em 1932, quando o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) começou como pior dia. O total de chuva em três horas chegou a 258,6 milímetros. Em 24 horas, foram 259,8 mm.

Meses depois, ainda há pelo menos dez vias totalmente interditadas e em outras dez só está autorizada o trânsito em meia pista, para moradores ou apenas para veículos leves. Desde as chuvas, já foram mais de 240 mil toneladas de detritos início das ruas da cidade.

Nas áreas atingidas da Oficina e Chá Flora, os entulhos sofridos por mais tarde, deixados como objetos perdidos, deixados à mostra as famílias e as memórias perdidas pelas famílias.

A prefeitura também lida com outro impacto das chuvas. Animais resgatados que suas famílias estão disponíveis para adoção. A Defesa Civil efetuou mais de 5,9 milhões de interdições após as chuvas de fevereiro e sensibilização, e realizou um trabalho amplo de sensibilização para as pessoas que não tiveram retorno às áreas de risco, especialmente no Morro da Oficina.

Em nota, a de Petrópolis informou que, em prefeitura ao governo do estado do cadastro, “para garantir um aluguel social a todas as famílias que de fato tiveram direito ao benefício, começou na última semana para qualificar os bens (do município e do município) estado), resolvedor de pendências e garante o aluguel social para quem ainda não recebeu o benefício.”

Senado prevenção quer

O Senado Federal Quinta-feira (12), o relatório final da Comissão Temporária criada para avaliar os desastres ocorridos Petrópolis apresentou e propor relatório Ex para evitar novas catástrofes.

Os parlamentares são 95 exclusivos para órgãos públicos. Dentre elas, 43 são para Prefeitura de Petrópolis, 20 para o Governo Federal e 14 para o Governo do Estado do Rio de Janeiro. Outras 12 são para a Assembleia Legislativa do RJ, duas para a Caixa Econômica Federal, duas para entidades de arquitetura e engenharia, uma para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e uma para Universidade Federal Fluminense (UFF).

A prefeitura Petrópolis informou, em nota, que estão sendo deliberadas para um novo Plano de Contingência. Entre elas, a criação de um ponto de abrigo alternativo às escolas urbanas, para evitar de interromper as aulas.

Recursos para a cidade

Em uma das comissões do relatório apresentado pelo Senado, a detalhamento dos recursos que foram repassados ​​pelo Governo Federal para assistência ao município. Segundo o documento, até 4 de abril de 2022, a cidade recebeu R$ 6,74 milhões para ações de defesa civil e resposta a desastres, todas realizadas após 15 de fevereiro.

O Socorro do Desenvolvimento Regional (MDR) informou à CNN que, no total repassou R$ 0,5 para ações de recuperação de infraestruturas, Ministério da Saúde para o município, para o município de desastres.

Segundo o ministério, uma liberação de recursos para o ministério em situação de emergência ou estado de calamidade pública é realizada mediante e aprovação dos Planos de Análise pela Defesa Civil Nacional. O afirma ainda que estão em mais dois Planos de Trabalhos tramitados pelo município.

Outra seção do relatório da redução dos problemas de saúde mental pela população que sobreviveu à perda e tratamento. O relator da reforma da Comissão, do Senador Carlos Portinho (PL), o relator de duas alterações da estrutura da União de 2023 a inclusão $ 1 milhão da Cida rede de destinação $ 1 milhão da Cida rede Sistema Único de Assistência Social (SUAS), e mais que alocar R$ 1,5 milhão ao Ministério da Saúde para das ações de média e alta complexidade, o que poderá viabilizar serviços de atendimento e acompanhamento de 2 mil pessoas em condição de mental, sofrimento inclusivo por meio da telemedicina.

De acordo com o senador Marcelo Castro (MDB), relator-geral do Orçamento, deve haver saldo no texto para tais demandas. “O projeto de Lei Orçamentário Anual de 2023 ainda está sendo elaborado pelo Poder Executivo, portanto, o relatório ainda não foi iniciado. No entanto, estamos falando de importantes e naturais, por isso, acredito no saldo no texto original para tais demandas”, o senador.

“Além disso, ao Congresso Nacional é oportunizado o direito de oferecer emendas ao projeto de lei, inclusive emendas, que podem ser publicadas por parlamentares do Rio de Janeiro, por exemplo”, acrescenta.

Segundo o relator da comissão, o senador Carlos Portinho (PL-RJ), o apresenta medidas objetivas que, se relatórios, devem ajudar a solucionar como a saúde mental da população atingida e o esquema habitacional identificado pela comissão, três mil unidades habitacionais.

“Assim como outros governos federais, estaduais, municipais e órgãos governamentais servirão certamente de norte para que as autoridades executivas resolvem a nossa preocupação em relação à saúde mental da população, muito impactada ainda, em relação às habitações, o déficit habitacional, que era de 3 mil unidades habitacionais quando fomos até lá, e também obras de infraestrutura, principalmente, para prevenção”, afirma o senador.

A Prefeitura também vem usando recursos de doação de R$ 30 milhões da Assembleia Legislativa, dos quais R$ 25,8 milhões foram aplicados.

Já o Governo do Estado do Rio de Janeiro informado à CNN que autorizou a liberação de R$ 200 milhões para a cidade. Secretaria de Estado Informou que, paraestrutura e resolução dos logotipos após o desastre, ficou como de limpeza, desobstrução e mitigação de problemas feitos para as empresas que já foram planejadas para as empresas que já foram planejadas para resolver o desastre.

Para realizar o pagamento pelos serviços, o governo informou que precisa da análise dos órgãos de controle e, por isso, à medida que as obras sejam realizadas pelas empresas e posteriormente, os contratos assinados e elas serão remuneradas. Após a assinatura do contrato, as companhias têm 180 dias para terminar a obra. De acordo com o governo, os contratos estão sendo negociados na Procuradoria Geral do Estado do Rio e serão firmados no início da próxima semana.

Situação do comércio na cidade

De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista Varejista (Si. Fiorcio Petrópolis), Marcelo Fiorcio Petrópolis, o comércio local tem se recuperado, mas alguns executivos ainda planejam com as consequências impostas pelas chuvas. Na época da tragédia, o estimado um sindicato de R$ 200 milhões para o setor.

“As coisas estão a se reerguer bastante e acreditamos que já melhoraram. Temos ao menos 8% do comércio operando, mas os outros 20% não devem ser usados ​​como atividades no momento. Como as pessoas são vir a muito ruim Petrópolis, o que é ruim. Gente Muita trabalha em hotel, restaurante, bar, etc, e esse movimento de não ter pessoas na cidade afetando a geração de empregos. O turismo é um dos principais pilares da cidade, então é necessário gente em Petrópolis para que alavanque mais a situação”, observa Fiorini.

O presidente da Agência Estadual de Fomento afirma que o presidente dos proprietários de lojas de negociações recebeu uma linha de crédito especial por meio da Agência Estadual de Fomento (Ageio). Entretanto, ele diz que pode ser mais recursos para que o setor volte a funcionar totalmente.

“A AgeRio disponibilizou uma linha de crédito de R$ 200 milhões para as empresas, o que foi feito ao longo desses dois meses e meio. Mas eles foram um dos únicos que disponibilizaram isso. O governo federal não disponibilizou nenhum tipo de recurso com essas características. O empresário, nesse momento, precisa de um recurso que seja subsidiado. Só dessa forma as empresas vão poder voltar a funcionar”, ressalta o presidente.

Desaparecidos

Após três meses da tragédia, ainda existem famílias em busca dos corpos de familiares. Adalto Vieira da Silva, que viu o filho Lucas Rufino ser atingido por uma barreira, afirma que o corpo do jovem de 21 anos foi encontrado, mas teria sido perdido pelas autoridades após ser levado pelo Corpo de Bombeiros.

Silva relata que encontrou o corpo do filho em frente a casa dele, no Morro da Oficina, no dia seguinte ao temporal. Segundo ele, o Corpo de Bombeiros informou que uma identificação do corpo seria realizada pela Polícia Civil e, logo em seguida, levou Lucas. A família do estampador foi para o Instituto Médico-Legal (IML), mas descobriu que o corpo nunca chegou a dar entrada ao local.

“Nós só queremos respostas. Nós o achamos, para os bombeiros. Três meses depois, nós continuamos nessa luta. Eu enterrei a minha esposa e minha filha e, até hoje, não me explicaram o que aconteceu com o corpo do meu filho. Me falam que está na polícia e que eles estão investigando, mas fora isso não me dá nenhuma investigação. Achei que poderia ser mais fácil de lidar, mas não foi mais fácil lidar com isso sem resposta”, diz Silva.

Além do filho, o morador também perdeu a esposa, Eliane Regina Rufino, de 46 anos, e a filha, Ana Clara Rufino, de 6.

Em nota, os bombeiros são que todos os corpos resgatados após as chuvas foram encaminhados para o IML. UMA CNN entrou em contato com a Polícia Civil e aguarda posicionamento sobre o corpo de Lucas Rufino.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.