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Sistema de pagamentos japonês para testar cartões de plástico para CBDC- Detalhes dentro

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Japan Credit Bureau (JCB), um sistema japonês de pagamentos internacionais, em 24 de outubro anunciado o início de seu projeto de teste de infraestrutura de moeda digital do banco central (CBDC).

Para facilitar as transações da CBDC, o projeto pretende empregar a atual infraestrutura de cartão de crédito da JCB e a interface em forma de cartão.

O projeto é uma colaboração conjunta entre a JCB, a IDEMIA, fornecedora francesa de tecnologia de reconhecimento facial, e a Softspace, uma fintech da Malásia.

Um projeto potencial para o CBDC japonês

Entende-se que esta iniciativa criará a infraestrutura para um CBDC nacional que está sendo testado pelo Banco do Japão (BoJ).

Em outubro de 2020, o BOJ lançado um esboço de teste de três fases para seu CBDC.

A segunda fase dos testes, que testará os aspectos técnicos da emissão do iene digital, deve começar este ano. Segundo o governador do BoJ, o iene digital pode ser lançado até 2026, mas a decisão não será tomada apenas pelo banco central.

Ainda há muita incerteza em relação ao lançamento do projeto e ao potencial escopo de implementação.

O ex-membro do banco central já havia desaconselhado o uso do iene digital como parte da política monetária do país em janeiro.

O que o futuro reserva para os projetos da CBDC

A plataforma JCB terá três componentes principais: uma solução de pagamento por toque, a emissão e fornecimento de cartões plásticos CBDC e uma simulação do ambiente CBDC em funcionamento.

A JCB também pretende modificar as ferramentas de pagamento móvel e os códigos QR, mas apenas na fase final de testes. Pretende desenvolver uma solução de pagamento até o final de 2022 e iniciar experimentos de demonstração em lojas reais até o final de março de 2023.

Como planejamos adotar uma CBDC de varejo de uso geral, teremos que enfrentar desafios como a integração com a infraestrutura de pagamento existente e o atendimento a uma gama diversificada de usuários, incluindo aqueles que não possuem smartphones, como idosos e crianças.

Espera-se que uma demonstração que prove tal infraestrutura possa fazer maravilhas.

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