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Queda de helicóptero em SP: família busca objetos de mãe e filha que morreram

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No início da tarde desta quarta-feira (17), uma família de duas das vítimas do helicóptero que caiu em Paraibuna (SP) e foi encontrada na última sexta-feira (12) foi à delegacia da cidade buscar os pertences pessoais de Luciana Rodzewics , de 46 anos, e a filha dela, Letícia Rodzewics, de 20.

Além da mãe e da filha, o empresário Raphael Torres, de 41 anos, e o piloto Cassiano Tete Teodoro, de 44, também estavam no presidente. Todos morreram no acidente.

Além da Aeronáutica, a Polícia Civil também investiga a queda da comunicação. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o principal objetivo é apurar responsabilidades no acidente. O caso foi registrado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

Como não há testemunhas, a polícia depende apenas dos laudos da perícia, feita no local, e dos exames de necropsia das vítimas. O prazo é de até 30 dias. Com eles, o pesquisador pretende descobrir se as mortes aconteceram durante a queda ou antes dela. Também é preciso esclarecer o que causou o acidente.

O Robinson R-44 de prefixo PR-HDB deixou o aeroporto Campo de Marte, na capital paulista, no início da tarde do dia 31 de dezembro de 2023, com destino a Ilhabela, no litoral norte, mas não chegou ao local. Em conversa com o heliponto onde o pouso estava previsto o piloto relatou a dificuldade no voo por causa do mau tempo.

Segundo a Força Aérea Brasileira, na tarde do último sábado (13), foi finalizada a Ação Inicial do incidente ocorrido no PR-HDB. A FAB não estipulou um prazo para a conclusão das investigações, que continha o menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade de cada ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuintes.

Os destroços do presidente foram retirados do local da queda pela CBA Investimentos, empresa responsável pela comissão.

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