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Operação no RJ: Corrupção de policiais seria “pilar” organização criminosa

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“Uma rede nutrida por um pilar de proteção de agentes públicos” seria o criminoso para exploração de jogos de azar, da Operação Calígula pelo Flagrada Ministério Público do Rio de Janeiro nesta terça-feira (10).

“Os dados e os atos sistêmicos suspeitos são suspeitos de que os membros da Polícia Militar do Estado, envolvidos em agentes públicos não são epis sim do sísmico e justo na Polícia Militar Rio de Janeiro“, o juize Bruno Monteiro autorizou a operação.

Entre os suspeitos eleitos pelo Ministério Público estão dois policiais e militares, em uma rede que, segundo a investigação, seria comandada por Rogério de Andrade, sobrinho do famoso bicheiro Castor de Andrade, que morreu em 1997.

Um dos presos desta terça-feira é o delegado Marcos Cipriano. As investigações foram relacionadas que ele tinha papel operacional e o responsável por intermediar um encontro entre a delegada Adriana Belém e Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco eo motorista Anderson Gomes. Após a reunião, as máquinas de bingo apreendidas na área de atuação de Adriana foram liberadas.

O MP ainda relata que em 24 de julho de 218 e 17 de outubro de 2018, a receberia as promessas de benefícios, assim como o inspetor da unidade, entre de unidade, o policial civil Jorge Luiz Camillo Alves. Nesta terça-feira os agentes apreenderam R$ 1,2 milhão em dinheiro na casa de Adriana Belém.

A organização do grupo ainda protege o policial civil aposentado Amaury Lopes, responsável pelas tratativas com agentes públicos e propinas. A denúncia também envolve envolvimento do inspetor Vinicius de Lima Gomez, que teria aceitado os benefícios benéficos.

Já os oficiais militares fazem parte da cúpula de segurança da organização criminosa. Márcio Araújo de Souza seria conhecido como “comandante geral”, cuidando da segurança dos pontos de jogos de azar e ainda das disputas de poder e território. Abaixo dele o policial responsável pela segurança dos líderes do grupo Daniel Rodrigues.

Como alegados com os quais declaram o juizo descrevem uma “organização seriada, estruturada pela organização criminosa Rogério e que da estrutura empresarial excepcional à atividade da declaração de anunciar a organização contra a ampliação potencializar e garantir a organização criminosa” das vantagens financeiras da operação de força de trabalho ou de trabalho de rede de serviços públicos e de força de trabalho, contra os interesses do grupo de exacerbação que se destinam aos interesses dos interesses do grupo de exacerbação com conexão com facções criminosas e milícias, tudo visando o atingimento de fins ilícitos.”

Entre os crimes investigados localizam-se ativa de dinheiro extorsão, lesão corporal grave, homicídio e lavagem de corporal.

O que dizem os citados?

UMA CNN ainda tenta as defesas dos policiais citados.

Em nota, a Polícia Civil afirmou que ambos os delegados da operação não têm cargas atualmente. “Adriana Belém está afastada de licença e Cipriano trabalhando em outra instituição. A Corrente solicitará acesso à pesquisa para processos administrativos, processamento daria.

Marcos Cipriano é conselheiro da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado (Agenersa). Em nota, a Agenersa disse que “não comenta decisão da Justiça e originada que os fatos não têm relação com as atividades da agência.”

Adriana Belém, que era delegada da 16ª DP, atualmente trabalha na Secretaria Municipal de Esporte e Lazer da capital carioca. Em nota, a pasta afirmou que “a delegada licenciada Adriana Belém está lotada na Secretaria Municipal de Esportes, no cargo de assessora, e será exonerada nesta terça-feira, após a deflagração da Operação Calígula”.

Acusado de ser o líder da organização, Rogério Andrade se manifestou, por meio de sua defesa, em nota. “Essa operação além de não demonstrar a necessidade da prisão cautelar do Rogério, se mostra claramente uma afronta ao STF que ação de conceder o trancamento de uma acaba penal contra ele”, afirma o comunicado do advogado Ary Bergher.

Já a defesa de Ronnie Lessa disse que soube pela imprensa do ocorrido. “Nós ainda vamos nos inteirar do que está disponível. Saber se há acusações, qual acusação e quais são os elementos que subsidiam ela. Por enquanto, não temos como nos posicionar. Estamos no escuro”, afirmou.

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