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O que sabemos sobre os ataques dos Estados Unidos no Iraque e na Síria

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Os Estados Unidos iniciaram a retaliação por um ataque com drone que matou três soldados americanos na Jordânia no fim da semana passada. Na sexta-feira (2), os militares dos EUA lançaram grandes ataques aéreos contra 85 alvos no Iraque e na Síria.

A Casa Branca declarou a operação, que durou cerca de 30 minutos, um sucesso, mas poucos detalhes foram compartilhados imediatamente sobre danos, mortes ou feridos. Ainda assim, é esperado que as pessoas tenham morrido na experiência, disse um funcionário do Pentágono.

As autoridades dos EUA afirmam que os ataques atingiram quatro instalações na Síria e três no Iraque, onde autoridades relataram danos na cidade de Al-Qaim. Os locais confirmaram que várias milícias foram apoiadas pelo Irã, que os EUA culpam pelo ataque na Jordânia.

O que sabemos dos ataques dos EUA:

Ofensiva aconteceu com aviso

O ataque com drone na Jordânia foi apenas o mais recente de uma série de mais de 160 ataques às forças americanas no Oriente Médio por vários grupos armados apoiados pelo Irã desde o início da guerra entre Israel e Hamas.

O presidente dos EUA, Joe Biden, destacou que a ação mostra que seu governo não tolerará os danos contra os americanos.

Já o secretário da Defesa, Lloyd Austin, prometeu que isso é apenas “o começo da nossa resposta”. Ambos disseram que a retaliação dos EUA continuará “em momentos e locais à nossa escolha”.

Biden em linha tênue

O governo dos Estados Unidos quer dissuadir novos ataques às suas tropas, ao mesmo tempo que evita um conflito em grande escala com o Irã.

O ataque na Jordânia acontece após semanas de esforços dos EUA e dos líderes regionais para evitar uma guerra mais ampla no Oriente Médio, mesmo com a propagação de conflitos envolvendo representantes de Teerã, como o Hezbollah, no Líbano, e os rebeldes Houthi, no Iêmen .

Bombardeiros usados

Os bombardeiros B-1 da Força Aérea dos Estados Unidos estavam entre as aeronaves que realizaram os ataques, informou um oficial da Defesa à CNN. O B-1 é um bombardeiro pesado de longo alcance que pode utilizar armas de precisão e não precisão.

As tripulações dos bombardeiros voaram dos EUA para a região em um único voo sem escalas, de acordo com o tenente-general Douglas Sims.

Os militares estão confiantes de que “atingiram exatamente o que pretendiam atingir”, destacou Sims, citando as precisão das tripulações do B-1.

Os EUA alertaram o Iraque, mas não o Irã

O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, John Kirby, disse que os Estados Unidos informaram o governo iraquiano sobre seus planos antes de realizar os ataques.

No entanto, ele ressaltou que não houve comunicação com o Irã desde o ataque na Jordânia.

EUA não planejam atacar o Irã

Um funcionário de alta patente do governo Biden afirmou à CNN que os EUA cometerão ataques contra o território do Irã, focando apenas em alvos fora do país.

O ataque no Irã teria sido uma enorme escalada nas encostas da região, e as autoridades pontuaram que é pouco provável que isso aconteça.

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