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Novas eleições no Equador acontecerão dia 20 de agosto, informa Conselho Eleitoral

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As datas para as eleições gerais antecipadas do Equador, para a escolha do novo presidente e para preencher a Assembleia Nacional, foram anunciados oficialmente nesta quinta-feira (18). O pleito acontecerá no dia 20 de agosto, enquanto um evento segundo turno presidencial está marcado para 15 de outubro. As informações foram dadas nesta manhã pela presidente do Conselho Eleitoral do Equador (CNE), Diana Atamaint, em entrevista à emissora Teleamazonas.

Em entrevista, Atamaint afirmou que tanto os atuais parlamentares quanto o presidente Guillermo Lasso poderá concorrer ao pleito, desde que continuem cumprindo os requisitos legais e não cumpram alvos de processos que resultem em algum tipo de impedimento.

As eleições serão necessárias depois que Lasso, decretou sua protetoradentro de uma ação conhecida como “morte cruzada”. A figura permite que o presidente governe por decretos-lei de urgência econômica até que um novo chefe de governo e legisladores sejam empossados.

Em entrevista à emissora, Atamant informou que ainda não há definição de quando será a posse dos eleitos. “Isso será realizado quando a candidatura e os resultados forem firmes”, afirmou.

O presidente da CNE indicou que esta eleição será “um enorme desafio” pelos prazos estabelecidos na Constituição. Ontem, ela havia informado que o pleito aconteceria em até 90 dias. “Para o segundo turno não podemos esperar muito, porque o país está esperando por respostas. Precisamos de uma Assembleia Nacional, pilar fundamental da democracia, e de um Presidente.”

Atamant também informou na entrevista que a campanha eleitoral vai durar apenas 15 dias e os debates devem ocorrer dentro desse período, para “atender aos processos necessários”.

“O país espera voltar à normalidade e tranquilidade. E essa função eleitoral está plenamente consciente e apelamos para que as organizações políticas também tenham esse comportamento patriótico e comprem o que exige o sistema político do Equador”, acrescentou.

Até 2025

Em entrevista à Rádio Centro, o vice-presidente do CNE, Enrique Pita García, informou nesta quinta-feira que os eleitos completarão os atuais mandatos, que vão até 2025, quando será realizada a eleição convencional. “De acordo com a legislação, a participação neste processo não poderá ser considerada como uma reeleição”, aponta.

“A nossa responsabilidade é com a organização do processo eleitoral, e é algo que a CNE já está a trabalhar, de acordo com o Decreto Presidencial. Os prazos são excepcionais e o órgão eleitoral irá ajustar-se aos mesmos”.

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