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MPF investiga relatos de ataques de grileiros a indígenas no Pará

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O Ministério Público Federal (MPF) investiga os últimos incidentes de invasão de grileiros para destruir duas na Terra Indígena Apyterewa, no Pará, feitos por indígenas Parakanã no domingo, informou o órgão.

Em nota, o MPF do Pára informou que acionou a Polícia Federal e o delegado de Redenção (PA), cidade mais próxima da terra indígena, depois de receber áudios de indígenas contando que grileiros se preparam para atacar aldeias. Na-feira (16), chegaram segunda-feira de que grileiros a cavalo terão cercado uma das aldeias.

“Hoje (segunda-feira) novos relatos de ameaças chegaram ao conhecimento da República que acompanha o caso, em Redenção, medidas administrativas e proteção de proteção indígenas aos que já estão em curso serão intensificadas”, diz a nota.

De acordo com a ONG Instituto Socioambiental depois de uma onda invasões em mas020, aldeias os indígenas de uma nova área de abrir, mais duas aldeias ambiental de uma nova, como duas ficariam próximas a áreas de fazendeiros novas e virariam.

A Apyterewa é uma das terras indígenas mais desmatadas e com maior presença de grileiros do país. Uma decisão de 2020 do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes Uma conciliação judicial para reverenciar os limites da Terra, o que levou a uma exigência de regularização e uma nova onda de invasões. A decisão foi revertida no ano seguinte, mas o número de grileiros na região aumentou.

O MP afirmou que a retirada de invasores da terra indígena era uma das contrapartidas da licença ambiental da usina de Belo Montemas até hoje não foi feito.

“O MPF processa o Estado brasileiro para obrigar a desintrusão e desde 2009 pede à Justiça Federal que mute o governo por não cumprir as decisões. Conflitos com fazendeiros são freqüentes e áreas diversas vezes confrontaram nos dois últimos anos e servidores da Funai que se concentram na área, chegando a uma série de confrontos contra eles”, disse os invasores o órgão.

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