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MP-RJ dá10 dias para Bo enviar relatório sobre 22 mudanças marcadas por operação

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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) deu dez dias para o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) enviar um relatório declarando como circunstâncias das 22 terças mortes pela operação realizada nesta-feira (24) na Vila Cruzeiro, na Zona Norte da capital.

O Bope terá que ouvir os agentes envolvidos na operação, indicar os responsáveis ​​pelas mortes e que a licitude de cada uma.

Além disso, foi requisitado ao Departamento-Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa, da Polícia Civilserão enviadas ao MP informações sobre os inquéritos instaurados.

O Ministério Público de Homicídios (DH), recomendando que as armas sejam todos os exames à Delegacia de Homicídios envolvidos na ação todas as armas dos militares envolvidos e enviadas para também pericial, inclusive com a comparação dos projetos que venham a ser retirados das vítimas.

Os pedidos foram feitos no âmbito do Procedimento Investigatório Criminal para apurar pelo MP as circunstâncias instaurado das mortes.

O Ministério Público Federal (MPF) PIC também para apurar as condutas instaurou, participativas a dispositivos legais, como e responsabilidades individuais dos agentes representados.

A ação na comunidade foi realizada pela Polícia Militar em conjunto com a Polícia Federal (PF) ea Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo a direção Hospital Estadual Getúlio Vargas, nesta terça 28 pessoas (2 foram feitas 24 foram feitas), 2 foram feitas à unidade: 1 chegaram as mortes e outras sete atendidas. A outra morte da ação pela ação foi de uma mora à Vila Cruzeiro, comunidade vizinha.

Em 2008, a Polícia Militar afirmou que “não pode ser considerada saída mas uma operação com resultado da morte de uma pessoa inocente”, reiterando que a disputa entre os grupos provavelmente é provável na região.

“Absoluta excepcionalidade”

A PM afirma que a terça desta-feira (24) teve como objetivo localizar as lideranças na comunidade, inclusivas ou prenderiundos de outros estados, Amazonas, como ações, lideranças na comunidade, inclusive, prenderiundos de outros estados, como Amazonas e Pará.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) informou à CNN que como autoridades autoridades comunicaram a organização excepcional da operação: a necessidade de inteligência da Rocinha, para a inteligência da Rocinha, para a inteligência da Rocinha, para a inteligência da Rocinha. São Conrado.

A obrigatoriedade de comunicação da “absolutaidade policial” para realização da operação excepcional no Estado do Rio foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em junho de 2020, por meio da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635 (ADPF 635).

De acordo com o MP estadual, foi mencionado na justificativa da PM a necessidade de reconhecimento da área para atualização de dados de localidade para futuras operações.

Durante a ação de reconhecimento do local, a equipe do Bo foi atacada a tiros por uma operação diversa e teve que surgir.

A PM informou que a Corregedoria Geral da Polícia Militar acompanhará as apurações a carga da Polícia Civil sobre as ocorrências da operação.

A intervenção começou no início da madrugada desta terça-feira (24) e foi encerrada por volta de 16h40. Um intenso confronto foi registrado na região e a PM apreendeu 13 fuzis, 12 granadas, quatro pistolas, drogas e 20 veículos.

Em relação ao confronto na região, 19 escolas urbanas da região foram fechadas e tiveram o atendimento remoto remoto. Já a Secretaria Municipal de Saúde suspendeu serviços externos no território, como visitas domiciliares.

Pesquisador avaliações como “ineficazes”

O Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos e a Ouvidoria da Defensoria Pública do Rio informa que gostou das ações da operação. A defensoria afirma que está apurando a legalidade da operação e a proporcionalidade do uso da força. Diz ainda que outras duas mortes, além das 22, foram relatadas pela comunidade local.

“A alta letalidade da operação levantada suspeita de que uma chacina possa ter comentado. O eventual envolvimento de algumas vítimas com o crime não, por si só, o homicídio por agentes do Estado”, avalia a Defensoria Pública.

Para o sociólogo Daniel Hirata, do Geni/UFF, é preciso encontrar formas mais eficazes de combate ao crime organizado.

“O Estado do Rio precisa de políticas públicas de segurança em dados e evidências. O que nós temos operações, que são de fato algumas vezes, dada a situação do Rio de Janeiro, mas que são absolutamente suficientes, e se rotinizaram no cotidiano da cidade. Essas ações são comprovadamente armadas para os grupos de controle do crime comum e Ao atacar que outros tipos de ações, que instrumentos não sejam puramente repressivos, como ações, sejam considerados como bases reguladoras e, portanto, a capacidade de ação e de armamento dessas facções, afirma o seu critério.

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