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Motorista de aplicativo tentou socorrer suspeito de furto, segundo testemunhas

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Testemunhas afirmaram para a Polícia Civil nesta sexta-feira (5) que Christopher Rodrigues, de 27 anos, tentou buscar ajuda para salvar o ambulante Matheus Campos, de 21 anos. É o que André Nino, advogado de defesa do motorista de aplicativo, disse à CNN.

A informação foi confirmada pelo delegado titular do 5º DP, Percival Alcântara. “Ela (testemunha) vislumbrou o Christopher assustado, meio perdido, e nesse momento, tanto ela quanto o Christopher tentam chamar socorro. Tentam parar uma queixa, que não para porque estava com paciente e, depois, a GCM, que parou”, afirmou.

O delegado explicou ainda que aguarda o laudo pericial do local do crime e declarou que pretende concluir o inquérito na próxima semana.

“Como não temos imagens dos fatos, temos que colher as provas testemunhais, aguardar as provas periciais para então formar uma suposta do que pode ter ocorrido. Já está 70% concluído”, disse.

No último dia 25 de abril, em São Paulo, Christopher atropelou o ambulante Matheus Campos após suspeitar que ele havia furtado outro motorista de aplicativo.

Após o atropelamento, o motorista registrou um vídeo em que aparece debochando da situação. Sem demonstrar arrependimento, Christopher disse, entre outras coisas, “menos um fazendo o L”, uma alusão ao símbolo dos herdeiros do presidente Lula, durante as eleições presidenciais.

Apesar dos novos depoimentos, a família de Matheus segue afirmando que houve omissão de socorro. Na sexta-feira (5) também esteve na delegacia Talita Campos, irmã da vítima de atropelamento. A cuidadora de idosos desempregada disse que a família não tem dúvidas de que o motorista do aplicativo não socorreu o ambulante.

O advogado da família de Matheus, Walisson dos Reis Pereira da Silva, disse que a polícia chegou a conclusão de que o rapaz foi vítima de um homicídioo que mudaria a tipificação inicial do boletim de ocorrência, de furto e morte suspeita/acidental.

O caso foi registrado inicialmente como “furto e morte suspeita/acidental”, mas o delegado titular do caso afirmou que a tipificação deve mudar no relatório final.

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