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Imposto de Renda 2023, deputados pedem cassação de Nikolas Ferreira e mais de 9 de março

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A liberação pela Receita Federal do programa que servirá para os brasileiros declararem o Imposto de Renda 2023, e o pedido de deputados do PSOL, PDT e PSB pela cassação do mandato do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) estão entre os destaques desta quinta- feira (9).

Receita libera programa de declaração do IR 2023 nesta quinta-feira (9)

A Receita Federal libera, nesta quinta-feira (9), às 9h (de Brasília), o Programa do Imposto de Renda 2023, que serve para os brasileiros declararem os impostos sobre a renda referente ao exercício de 2022.

A princípio, o programa seria disponibilizado somente no dia 15 de março, primeiro dia do prazo de quatro meses para que os brasileiros preencham as declarações. Mas o órgão decidiu antecipar a liberação.

A Receita argumentou que a antecipação do programa “ajuda o contribuinte que, ao ter acesso às informações necessárias para a entrega da declaração, pode se organizar e juntar os documentos necessários. Além disso, deve-se evitar possíveis congestionamentos”.

Apesar da antecipação, a instituição garantiu que “as funcionalidades de entrega e transmissão, juntamente com as informações da pré-preenchida, terão início somente no dia 15 de março.

Deputados do PSOL, PDT e PSB pedem cassação de Nikolas Ferreira

Os deputados federais do PSOL, PDT e PSB pediram, nesta quarta-feira (8), a cassação do mandato do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) por suposta transfobia após discurso no plenário da Câmara durante este Dia Internacional da Mulher.

A representação protocolada pede ao presidente da Câmara, Artur Lira (PP-AL), que um processo disciplinar seja instaurado no Conselho de Ética na Casa e que Ferreira seja punido com a cassação ao fim de toda a análise. Na avaliação do grupo, o deputado quebrou o decoro parlamentar.

Além da bancada do PSOL, também assinam o documento como os deputados Duda Salabert (PDT-MG) e Tabata Amaral (PSB-SP), os deputados André Figueiredo (PDT-CE) e Túlio Gadelha (Rede-PE), e o presidente do PSB , Carlos Siqueira.

Nikolas Ferreira vestiu uma peruca durante discurso na tribuna da Câmara dos Deputados e falou que se sentia uma mulher transexual e, por isso, teria “lugar de fala” no Dia Internacional das Mulheres.

Brasil e EUA vão continuar acordo econômico, diz chefe do comércio da Casa Branca

Brasil e Estados Unidos vão negociar um aprofundamento do Acordo de Comércio e Cooperação Econômica (ATEC) fechado entre os dois países em 2020. A decisão foi tomada em reuniões da representante de comércio da Casa Branca (USTR), Katherine Tai, com o vice- presidente Geraldo Alckmin e com o chanceler Mauro Vieira.

O acordo atual abrange temas como simplificação alfandegária e boas práticas regulatórias.

Em entrevista à CNN Nesta quarta-feira (8), Tai disse esperar que os times dos dois governos se encontrem no segundo semestre e consigam ampliar essa parceria econômica antes do aniversário de 200 anos das relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos, em 2024.

Em 2022, o comércio bilateral teve crescimento de 26% na comparação com o ano anterior e bateu recorde histórico, alcançando quase US$ 89 bilhões. O estoque de investimentos diretos chega a US$ 200 bilhões.

PSB e Solidariedade negociam para formar federação partidária

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) e a Solidariedade negociam para formar uma federação partidária.

Se as conversas caminharem e houver aprovação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as legendas atuarão como um “partido único” nos próximos quatro anos, o que inclui, por exemplo, atuação conjunta na Câmara dos Deputados e candidaturas únicas a cargas majoritárias, como às prefeituras (em 2024), aos governamentais estaduais e à Presidência da República (em 2026).

Na terça-feira (7), os presidentes Carlos Siqueira, do PSB, e Paulinho da Força, do Solidariedade, tiveram um encontro para discutir uma possibilidade.

Após derrota no Senado, oposição quer posto na comissão de Orçamento

Após serem derrotados no Senado e disputarem sem presidências de comissões, partidos de oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) querem a criação de mais comissões para que possam comandá-las, além de algum posto na Comissão Mista de Orçamento (CMO ).

Composta por cerca de 23 senadores, a oposição busca uma saída para minimizar o prejuízo e ainda assegurar algumas cargas importantes no Senado depois que uma articulação da base aliada de Lula fez com que o bloco parlamentar Vanguarda – formado por PL, PP, Republicanos e Novo – ficaram sem comandos de comissões.

Um pedido da oposição é que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), chorar mais comissões permanentes na Casa. Por exemplo, como de Minas e Energia, de Esporte e da Saúde. Esses temas já são abrangidos em comissões existentes, mas a ideia é separá-los e focalizar ainda mais os assuntos em futuros colegiados que sejam comandados pela oposição.

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* Publicado por Léo Lopes

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