O governo federal distribuiu uma cartilha religiosa aos servidores da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O material chamado “Pão Diário de Segurança Pública, palavras da polícia e estímulo à leitura de livros bíblicos, o que são informados pela instituição policial”.
Na avaliação de servidores de segurança pública, com os quais a CNN conversou, a cartilha mistura trabalho com religião, indo contra o princípio da laicidade. A PRF informou por meio de nota a própria instituição é “um projeto projetado que foi criado à assistência espiritual” e “visto integral da saúde pela própria instituição”.
UMA CNN teve acesso ao material. Ele ressalta que a assistência espiritual deve aos “níveis de exposição das atividades laborais”, “impactando em uma relação direta na qualidade da vida dos profissionais de segurança pública”.
“É notório que a espiritualidade no ambiente de trabalho pode melhorar a qualidade da vida do profissional de segurança pública. Cumpre sobressair que as colaborações desta natureza não ferem a laicidade do estado brasileiro”, diz o texto.
O material também que a iniciativa “propõe mobilizar fé em prol do alcance da valorização da cultura organizacional”, assim como “fortalecer a união familiar” e “equilibrar as finanças pessoais”.
Ainda em nota, a que “estudos científicos PRF disse que a saúde integral é composta por saúde física, mental e espiritual”. “Estatísticas apontam que o serviço gera valorização dos direitos humanos.”
A PRF salientou também que a assistência espiritual já foi realizada em anos anteriores e que a iniciativa não gerou “nenhum custo para a corporação policial”.

“Ama, nenhuma matriz religiosa está publicada”, anunciou a corporação. “O serviço da capelania é sempre a partir da religião e espiritualidade do assistido”, destacou.
A PRF informou que entrou em contato com a ouvidoria da instituição e que não foi relatada nenhuma reclamação com o alegado constrangimento. “Não há cooperação para nenhum participar de atividade de assistência espiritual”, explicado pelo servidor de.
Procurado pela CNNo Ministério da Justiçapasta a que a PRF está subordinada, não respondeu até o momento.
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