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Em dez anos, do voluntariado muda no país, indica pesquisa

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Uma pesquisa mostra que o do voluntário brasileiro, aquele que faz tempo para uma causa, mudou em dez anos. Cresceu a participação de pessoas com 50 anos ou mais enquanto caiu a de jovens. Já entre o público-alvo dos projetos, as famílias e as pessoas em situação de rua ganhando destaque, um reflexo da crise econômica e da pandemia de Covid-19.

Os dados são de um levantamento realizado pelo Datafolha, em parceria com o Instituto para o Desenvolvimento Social (Idis). O estudo mostra que o número de voluntários ativos no país saltou de 11%, em 2011, para 34%, uma alta de mais de 200%.

Adicionando as pessoas que já fizeram voluntariamente uma vez, os índices sobem para 25% e 56%, respectivamente. Já a média de horas dedicadas ao trabalho mais que triplicou, passando de 5h para 18h por mês, em uma década.

Nesse período, o público entre 16 e 29 anos caiu de 33% para 23%, enquanto o grupo de 50 anos ou mais passou de 26% para 37%. O grupo 0 a 49 anos de estabilidade 30%, com redução de apenas 1 pp – 41% para 4% estável.

A maior população ainda que 76% dos voluntários ativos, sendo que 39% recebem até dois reaproveitáveis; 2, de dois a três%; 2, de três a cinco% de pessoas, 2, de dez a dez%; 6%, mais de dez anos; e 4% não responderam ou não sabem.

Para coordenadora da pesquisa, Silvia Naccache, os números mostram uma realidade diferente do imaginário popular “É uma quebra de ‘pré-conceitos’, de que o voluntário é aquele que não tem algo pra fazer, que é rico que ajuda o pobre, ou que precisa de muita profissionalização ou alguma formação específica. O voluntário é aquele que faz o tempo que tem, é uma questão de escolha”, colocou.

O principal grupo beneficiado pelo voluntariado segue o público em geral, mas houve uma queda de 41% para 36% em dez anos, assim como os trabalhos com crianças e adolescentes (de 39% para 25%). Enquanto isso, os projetos com famílias e comunidades saltaram de 12% para 35% eo de pessoas em situação de ruade 5% para 25%.

Entre as principais atividades realizadas, a captação e distribuição de recursos, como alimentos e remédios, continuam na, mas com uma liderança de redução de 55% para 41%, entre 2011 e 2021. Já o preparo de refeições, segundo colocado, dobrou sua participação , subindo de 8% para 16%.

Silvia Naccache avalia que as mudanças foram influenciadas pela Covid-19. “Foi uma situação emergencial porque a gente se viu mobilizado. As pessoas iam contar histórias, iam a abrigos, em brechós nas vendas. UMA pandemia A paralisar nossas atividades a gente se reinventou”, mas chegou.

1,47 dos homens que trabalham, sendo mais atividades, atuando na distribuição de coisas, medicamentos e exemplos, por exemplo.

Apurou também as causas que levam as pessoas a serem voluntárias. A solidariedade o ranking e passou de 67% para 74% em uma década. 1 as telas de reprodução 2 pela metade, 2% para 1%. Como demais causas, como fazer a diferença, retribuir algo que foi recebido, dever de redução e melhorar a autoestima, teve.

“A gente vive um momento talvez nunca tão escancarado aos nossos olhos de pobreza, desigualdade, fome. Não que como recursos de pesquisa de mobilização, organização e organização de coordenadores cresçam como a maior chamada de mobilização de solidário, tudo isso em momento da pandemia”, enviou o diálogo da organização.

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