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Coreia do Sul propõe triagem mais rigorosa de executivos de criptografia

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A Comissão de Serviços Financeiros da Coreia do Sul (FSC) anunciado alterações legislativas significativas destinadas a reforçar as regulamentações em torno dos operadores de negócios de ativos virtuais, concentrando-se especificamente na responsabilidade e nos deveres dos executivos de criptografia.

A alteração parcial ao Decreto de Execução da Lei sobre Relatórios e Uso de Informações Específicas sobre Transações Financeiras, sob o Aviso da Comissão de Finanças nº 2024-30, introduz medidas para garantir maior conformidade e supervisão no setor de ativos virtuais em rápida evolução.

Triagem de executivos

No centro das mudanças propostas está a introdução de requisitos rigorosos para mudanças na gestão de negócios de ativos virtuais.

De acordo com os novos regulamentos, qualquer alteração nos cargos representativos ou executivos dentro de tais negócios deve ser comunicada e aprovada antes que os novos nomeados possam assumir oficialmente as suas funções.

Esta medida foi concebida para evitar perturbações e manter uma mão firme no comando destas entidades, muitas vezes voláteis e tecnologicamente avançadas. O governo pretende promover um ambiente mais estável e confiável para empresas e consumidores, mantendo os líderes da indústria de ativos virtuais em padrões de responsabilidade mais elevados.

Outras alterações

A alteração também introduz várias outras modificações para melhorar o quadro regulamentar para ativos virtuais. Simplifica os processos de reporte para empresas de ativos virtuais, estabelecendo mecanismos de pré-relatório e pós-relatório, isentando potencialmente certas alterações de serem submetidas a uma revisão abrangente.

Além disso, as instituições financeiras devem cumprir critérios mais rigorosos ao emitir contas em nomes reais para operadores de ativos virtuais, incluindo comprovar a sua capacidade em recursos humanos e infraestruturais e aderir à devida diligência e conformidade legal.

Além disso, a alteração descreve procedimentos para a suspensão e posterior retomada das análises dos relatórios quando há atrasos na verificação dos factos necessários. Também define as condições sob as quais as autoridades podem cancelar relatórios sem aviso prévio, especialmente quando uma ordem de transação financeira é significativamente perturbada devido a violações legais ou má conduta por parte dos executivos.

A Comissão de Serviços Financeiros procura a opinião pública sobre a alteração até 4 de março de 2024. Este período de consulta aberta reflete a dedicação do governo à transparência e ao envolvimento das partes interessadas no processo legislativo. Indivíduos e organizações são incentivados a analisar as alterações propostas e a enviar comentários, contribuindo para um quadro regulamentar mais inclusivo e completo.

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