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Briga entre grupos de Carnaval provocou morte de entregador no Rio; seis foram presos

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A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prendeu seis homens nesta quarta-feira (3) por envolvimento na morte do entregador Ryan do Nascimento da Silva Santos, 18 anos. O caso ocorreu em janeiro de 2023 na zona norte do Rio.

Durante a operação Puro Bicho, a Polícia Civil prendeu Yuri de Souza Andrade, o Playboy; Carlos Alberto de Oliveira Júnior, o CL; Mauro Henrique Silva Pereira dos Santos, o Maurinho”; Jair Rios de Medeiros, o Mil Grau; Luiz Felipe Marques e Ewanderson Mattos Mendes.

Os presos integraram o grupo de bate-bolas Puro Bicho, que desfila em blocos pela zona norte do Rio. De acordo com as investigações, os suspeitos se aliaram a outros grupos que rivalizam com a Turma Beira-Rio, da qual a vítima fazia parte.

A Polícia Civil aponta, ainda, que a rivalidade entre os grupos de bate-bolas fez com que os criminosos fossem ao encontro de Ryan do Nascimento e atirassem contra ele. O crime foi em frente à lanchonete onde o entregador trabalhava, em Bento Ribeiro, na zona norte da capital.

No dia do homicídio, uma segunda vítima foi agredida, mas conseguiu sobreviver.

Além da morte do entregador, o grupo preso nesta quarta-feira é investigado por outros assassinatos ocorridos em brigas de turmas de bate-bolas.

O que são os grupos de bate-bolas

Os grupos de bate-bolas são tradicionais no Rio de Janeiro. Além das máscaras, os integrantes são caracterizados pelas fantasias temáticas e coloridas, que apresentam visões diferentes sobre a identidade de palhaços. Também são conhecidos pelo bastão amarrado a uma bola de borracha que carregam ou sombrinhas e cajados.

Em 2012, a tradição foi declarada Patrimônio Cultural Carioca de Natureza Imaterial.

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