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Biden critica conselheiro especial por questionar lembrança da morte do filho

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Joe Biden criticou o conselheiro especial Robert Hur por colocar em seu relatório que o presidente não se lembrava de quando seu filho Beau morreu, em uma menção aos aparentes lapsos de memória do presidente americano.

O relatório disse que o pesquisador descobriu que a “memória de Biden era significativamente limitada” durante entrevistas com um escritor e uma entrevista com o escritório de Hur no ano passado. Segundo a reportagem, Biden – durante uma entrevista de 2023 – não se lembrava de quando seu filho Beau morreu, nem dos anos em que foi vice-presidente.

“Como diabos ele se atreve a falar isso? Francamente, quando me fiz a pergunta, pensei comigo mesmo, não era da conta deles”, disse Biden em comentários na Casa Branca na quinta-feira (8).

Biden começou a dizer que usava o rosário do filho todos os dias desde que morreu, mas parou, parecendo engasgar.

“Em cada Memorial Day, realizamos um serviço religioso em homenagem a ele, com a presença de amigos e familiares e das pessoas que o amavam”, disse Biden, após uma pausa. “Eu não preciso de ninguém. Não preciso que ninguém me lembre quando ele faleceu.”

Ele então reiterou que quando se reuniu com o conselheiro especial ele estava, ao mesmo tempo, administrando uma crise internacional.

Questionado mais tarde se sentiu que a sua memória tinha piorado, Biden respondeu: “A minha memória está boa”.

“Veja o que fiz desde que me tornei presidente”, disse Biden. “Nenhum de vocês pensou que eu poderia passar em qualquer uma das coisas que passei. Como isso aconteceu?

Um dos repórteres disse o quão ruim etava a memória de Biden e se ele pudesse continuar como presidente. Visivelmente irritado, Biden respondeu: “minha memória está tão ruim que deixei você falar.

Confusão com nome do presidente do Egito

O presidente Joe Biden, minutos depois de defender sua memória, se referiu erroneamente ao presidente egípcio Abdel Fattah el-Sisi como o presidente do México ao responder a perguntas de repórteres sobre negociações de reféns e ajuda humanitária na Faixa de Gaza.

“Inicialmente, o presidente do México – Sisi – não queria abrir a porta para permitir a entrada de material humanitário. Falei com ele. Eu ou convenci a abrir o portão. Conversei com Bibi para abrir o portão do lado israelense. Tenho restrições muito, muito mesmo, para levar assistência humanitária a Gaza. Há muitas pessoas inocentes que estão morrendo de fome. Muitas pessoas inocentes estão em apuros e morrendo. É isso que tem que parar.”

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