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Baixa umidade no ar em grande parte do país devido a bloqueio atmosférico

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Um bloqueio de ar na atmosfera pode causar baixa umidade do ar em grande parte do país nos próximos dias. Segundo observar, os níveis de umidade relativa do ar devem ficar abaixo dos 30% em diversas cidades, sendo que o ideal para a saúde humana e do meio ambiente é acima de 60%.

A menor umidade registrada nesta terça-feira (11) foi em Buritama, na Bahia, com apenas 18%. Entre as capitais, Cuiabá foi a mais seca, com 21% de umidade no ar.

A atenção continua para quarta-feira (12) em diversas regiões do país. Campo Grande tem previsão de umidade relativa de 22%, Cuiabá de 27%, Goiânia de 28%, Palmas de 31%, São Paulo de 32% e Belo Horizonte de 44%.

Cuidados com a saúde

Com a umidade tão baixa, é importante tomar alguns cuidados com a saúde, como beber bastante água ao longo do dia, umidificar ambientes fechados com vaporizadores ou baldes de água, hidratar as mucosas nasais com soro fisiológico ou fluidificante nasal, e proteger o sol nos períodos mais quentes.

Duas regiões do país continuam com período chuvoso: a costa leste do Nordeste, com previsão de chuvas moderadas, e o Norte, onde a umidade alta deve provocar temporais do extremo Norte do Amazonas ao Amapá.

Já o Centro-Oeste, Sudeste e grande parte do Nordeste deverão permanecer totalmente secos nos próximos dias, sem previsão de chuvas.

Sul pode ter chuvas volumosas

No Sul, uma frente fria deve chegar entre sexta e sábado no Rio Grande do Sul, podendo trazer chuvas volumosas, com acumulados previstos de até 50 milímetros em algumas cidades até domingo. Embora não deva ser uma chuva persistente, os volumes podem ser altos num curto período, ligando o sinal de alerta após as recentes enchentes no estado.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base em cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e verificadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais

(Publicado por Raphael Bueno, da CNN Brasil)

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