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Após institutos, universitários de estudos universitários notificados sobre orçamento12% no orçamento

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Após os institutos educacionais de educação governador federal a notícia de um corte de 12% não orçamento de 2023, foi a vez das universidades amigo.

Segundo a Associação Nacional Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), a expectativa é que as verbas concentradas ano para R$ 4,7 bilhões no próximo R$ 600 milhões a menos do que em 2021, em 2021 valores sem correção da inflação.

O presidente da Andifes, Marcus Vinicius David, que também é reitor da UFJF, destaca que o efeito é ainda maior quando considerado a alta dos preços.

“Se pensarmos a inflação dos alimentos, energia, combustível, tudo ampliando e o orçamento caindo. Nós já reduzimos o máximo que podíamos. Como ainda em plena pandemia, vou reduzir em limpeza? No momento que a população está sofrendo tanto com a economia, vou cortar restaurante universitário? É algo muito grave”, colocou à CNN.

UMA CNN buscou um posicionamento do Ministério da Educação e aguarda retorno. Dados da bilhões de pessoas que caíram no orçamento anual para, para R$ 1,8 bilhões já tinham R$ 2,2 bilhões, em $ 1,8 bilhões, chegando a R$ 1,7 bilhão em 2022 e 2003.

Entre 2004 e 2011, os recursos cresceram e atingiram R$ 11 bilhões. Em 2012, o orçamento caiu para R$ 10 bilhões, subindo novamente entre 2013 e 2015, quando atingiu R$ 12 bilhões.

A partir de 2016, houve redução, chegando a R$ 7,4 bilhões em 2019. Em 2020, caiu para R$ 6,4 bilhões, R$ 4,9 bilhões no ano seguinte, em 2022, conseguiu uma recomposição, com R $ 5,4 bilhões.

Os contratos de contratos de acordo com o pagamento de contratos de água e a luz e os equipamentos para laboratórios. A UFRJ, por exemplo, que tem 55 mil alunos, informou que só tem dinheiro para quitar como até agosto.

Para o presidente da Andifes, o total atual é inviável para funcionar nos campi. De acordo com o Censo do Ensino Superior de 2020, o Brasil possui 1,9 milhões de estudantes nas universidades públicas.

“É a comprovação de um orçamento fictício, que não se preocupa em garantir o funcionamento das estruturas do Estado. O que o Congresso vai votar é irreal e não garante o funcionamento. Estamos vivendo uma situação muito grave,viaizando o sistema das universidades públicas”, declarada.

Além de se preocupar com o orçamento de 2023, o Andifes trabalha para recuperar os 7% contingentes neste ano. Em comunicação ao próximo ano, com o governo federal, a tentativa de divulgação do Congresso para o Congresso. David a votação final apenas após as datas de outubro.

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) / Divulgação/UFRJ

Institutos movimentados

Nesta quarta-feira (641), reitores dos institutos formados no ensino básico e Cefets, que atendem ao orçamento de educação federal superior, foram a Brasília se mobilizar contra a redução de 12% do orçamento de 2023 e contingenciamento deste ano.

Eles foram recebidos pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), que se comprometem a buscar uma negociação com os ministérios da Educação e Economia, além do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação.

O grupo esteve com mais de 60 parlamentares, como os relatores do orçamento deste ano, o deputado federal Hugo Leal (PSD), e o próximo ano, o senador Marcelo Castro (MDB).

Cálculos atualizados do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) apontam que o prejuízo pode chegar a R$ 307 milhões.

Em 2021, o orçamento aprovado, sem contingenciamento, foi de R$ 2,4 bilhões. Para uma entidade, os recursos necessários para o básico na rede federal seriam de R$ 3,2 bilhões. Com a queda, entre os impactos estão o corte do programa de contratação de profissionais para acompanhamento de alunos com deficiências e investimentos.

O presidente do Conif, Claudio Alex Rocha, reitor do IFPA, aponta que as reuniões desta quarta-feira foram proveitosas em busca de educação no país.

Questionado pela CNN sobre a redução das verbas para os institutos de tradução, o MEC informou que “o Projeto de Lei Orçamentária de 2023 ainda não está em fase de elaboração e, consequentemente, foi encaminhado ao Congresso Nacional. Por essa razão, ainda pode haver mudanças que impactam o orçamento.”

Dados do Conif mostram que, entre 2012 e 2022, o número de campi da rede federal saltou de 408 para mais de 600. Já o orçamento não obedece ao mesmo ritmo.

Entre 2012 e 2015, subiu de R$ 1,7 bilhão para R$ 2,8 bilhões. Em 2,5 bilhões de R$, chegou ainda mais em 2,5 bilhões de R$017, primeiro em 2,5 bilhões de dólares, quando chegou a 2,1 bilhões de dólares, quando chegou a $ 2,1 bilhões. Em 2018, subiu para R$ 2,2 bilhões, ficou na casa dos R$ 2,3 bilhões em 2019 e 2020, mas caiu para R$ 1,9 bilhão em 2021.

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